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A poesia que nunca escrevi

A poesia que nunca escrevi

Está guardada sem som

Numa imagem vazia

Que ouço e leio sempre


Silêncio profundo

Não tem palavra

E dança vestida

de pele fria


Nunca existiu e se fez

saudade desinibida

De tudo que nunca foi

E jamais voltaria a ser

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© Luiz Henrique Cunha - escritor e professor

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